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a prata e o ouro
nas montanhas

... e algumas construções que permitiram aumentar a área do terreno de cultivo
- o chão que dava o pão

 

 

 

 

o ribeiro a sair pelo Cano das Hortas e a cair do Açude

o "Açude" é a construção que serviu para nivelar o caminho de carro de bois sobre o ribeiro

 - não há ponte, apenas duas pedras para facilitar o salto.
o "Cano" (túnel) é a
construção que permitiu o aumento do terreno de cultivo
sobre o leito natural do ribeiro

 

 

 

 

a Pouça da Boucha Longa, localizada onde seria o leito natural do ribeiro e junto a uma nascente,
ao lado foi construído um valado destinado a desviar as águas torrenciais
e assim proteger as culturas

 

 

 

 
linha de água - ribeiro na Malhada Feiteira, num dia de chuva torrencial (meses depois do incêndio ...),
com água saindo por um pequeno "cano" construído sob os socalcos
 
 
 
 
na Safra, desvio do leito do ribeiro sustentado por vários paredões em xisto
- construções que, mais uma vez, tinham por objectivo
aumentar a área de terreno de cultivo sobre o leito natural do ribeiro,
em locais onde a água era mais abundante, favorecendo assim maiores e melhores colheitas.
 
 
 
 
a queda de água na Safra, (entre Chão Sobral e Avelar)
este desnível é resultado do desvio do leito natural do ribeiro
pela construção de um paredão/desvio lateral e açude/desviovertical
que resultou num pequeno "chão" de cultivo
 
 
 

estas fotos: imagens pós incêndio - Julho 2005

com a maior parte da vegetação de montanha ardida

as chuvas provocaram o arrastamento dos solos

 e a rápida formação de caudais

 

 

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