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Índice

PREFÁCIO 17

MAPA 18
O LENTO DESPERTAR 21

 

 PARTE I

AS FERRAMENTAS DE GAIA

 

 GAIA 33
Meditações de uma tia-avó sobre a atmosfera.

O espantoso oceano aéreo de Wallace.

A heresia de Lovelock: os dados são escassos mas ela perdura.

O gelo atravessou o Equador até o plâncton aperfeiçoar o termóstato.

A importância do albedo.

A criação do carvão:

outro minucioso aperfeiçoamento de Gaia?


O GRANDE OCEANO AÉREO 41
As quatro camadas da atmosfera e o mistério das montanhas que, embora mais próximas do Sol, são frias.

A janela na parede de tijolos dos gases.

O pesadelo de uma noite de Verão em Nova Iorque.

A inspiração da Terra e a interconexão indispensável.

A poluição altera a natureza e o humor da Terra.

Observar o mundo a respirar em Mauna Loa.


A ESTUFA GASOSA 49
Descrença inicial no poder do CO2- Um orçamento bastante pesado de carbono.

Os trinta gases que aquecem o mundo.

Metano: pântanos, gases intestinais e arrotos.

Os CFC — o engenho humano criou Frankensteins.

Para onde vão todas as gigatoneladas?

Os pulmões de carbono da Terra, os seus armazéns, os seus rins e Gaia.

Lições de uma lata de refrigerante.

O Mississipi enganoso.

 

OS SÁBIOS E A CASCA DA CEBOLA 58
O carbono questiona o lugar do Homem no Universo.

Fumifugium e os subúrbios do Inferno.

A Terra congelada de Fourier.

Svante Arrhenius refugia-se nos cálculos para escapar

a um matrimónio conturbado e descobre as alterações climáticas.

Um sagaz Callendar ignorado pela ortodoxia.

Milankovích descobre os ciclos na prisão e ganha o Grande Prémio.

Manchas no Sol?

O falso Período Medieval Quente.


Os PORTÕES DO TEMPO 67
Escoceses grosseiros conquistam o tempo.

Abrindo os portões do tempo.

Melhor do que viver no fim dos tempos é viver no meio.

A pianola sedimentar faz-se ouvir com base nos isótopos de oxigénio e de carbono.

Uma época igual à actual? Noruegueses descobrem o grande churrasco paleocénico dos peixes.

O clima marca o ritmo da evolução: se o alterarmos, mudamos a própria vida.


NASCIDOS NO CONGELADOR 76
Do berço africano à conquista do mundo, sobre o pano de fundo das alterações climáticas.

Segredos ocultos na madeira e no gelo.

As rochas quentes da Gronelândia e a gigantesca amostra de núcleo retirada da Cúpula C.

Dez milénios de oscilações climáticas anunciam a alvorada da era moderna.

Alguns Sverdrups poderiam atirar-nos para O Dia depois de Amanhã.


PROLONGAR O VERÃO 85
O Antropocénico, o nosso período geológico.

Mas começou há duzentos ou há oito mil anos?

Antes do Verão, não havia campos cultivados.

Os gases de Ruddiman afastam Milankovich, ou não?

Quando as coisas se complicaram em Uruk.

As fomes de Fagan e as pestes de Ruddiman.

Uma era glacial adiada?


DESENTERRAR OS MORTOS 91
A sabedoria de Big Bill Neidjie.

Carvão, gás e petróleo: os quatro cavaleiros do apocalipse do carbono.

Luz solar enterrada e densidade do carbono.

Uma breve história do carvão.

A era de Newcomen em que o carvão é o combustível universal.

Poços petrolíferos texanos assinalam o início do século dos hidrocarbonetos.

A viscosidade do petróleo e a abastada Casa dos Al-Saud.

O dilema do orçamento deficitário, da família em crescimento e da insaciável dependência.

 PARTE 2

UMA EM DEZ MIL


O MUNDO A DESFAZER-SE 105

Atravessar os portões mágicos.

O coral antiquíssimo.

Em 1976, o tempo enlouqueceu e desencadeou a evolução.

O mesmo aconteceu em 1998, desta vez devido a El Nino.

A importância dos jornais pitorescos.

Pressionar as borboletas e empurrar a natureza em direcção aos pólos, sob a ameaça de um chicote.

Sobre os carvalhos e as mariposas.

Esterilizar o lago Tanganica.

Estabilizar a pegada global da catástrofe.

Queimar o Nong.


PERIGO NOS PÓLOS 117
Uma Antárctida verde anuncia a morte da criosfera.

O gelo que não pára de diminuir.

Os pinguins seguem o krill que escasseia, e as salpas herdam o mundo.

O desaparecimento dos lemingues — assassínio e não suicídio.

Mordedura do escaravelho do abeto.

Florestas cobrem a tundra.

Ursos-polares mais magros perdem a terceira cria.

As focas do gelo e o destino do caribu.


2050: A GRANDE BARREIRA ATARRACADA? 127
Não há beleza que se compare a um recife de coral.

Os lindos peixes fossilizados de Verona.

Uma espantosa diversidade, afogada em esgotos.

A coroa de espinhos da beleza.

Destino do virginal Myrmidon.

Então o que é o branqueamento?

A maioria está semimorta, os restantes prestes a morrer.

A esperança reside na migração ou na adaptação?

A lição do Gobiodon.


UMA ADVERTÊNCIA DO SAPO-DOURADO 137
Marty Crump, uma mulher da actualidade.

Só vinte e um, a maior parte por baixo da terra, e em graves dificuldades.

A última orgia dos sapos.

A parábola do quetzal e do tucano.

Lagartos moribundos e o observatório meteorológico imprevisto.

 Levámos doze anos a compreender.

Lá se foi o Rheobatrachus silus.

Poderá ser global?

 

OURO LÍQUIDO: ALTERAÇÃO NA PLUVIOSIDADE 146

A tragédia do Sahel — uma história moral.

O Oeste americano e o Sul australiano: novos Saara?

No meio da vida, damos por nós em Perth.

A dessalinização é uma solução para o grande sofrimento de Sydney?

O fim do Oeste — ciclos ou o novo clima?

 

UMA CASCA DE CEBOLA ENÉRGICA 158
O que é que controla as tempestades?

Sobre o calor, a água e o «combustível de furacão».

Do suor aos ciclones: explicar a fúria de Mitch.

Poupar o golfo de Bengala.

O Verão mortífero da Europa.

Svante advertiu-nos das noites mais quentes.

Ver-se-á nos Estados Unidos.


NO REINO DOS GELOS 165
Acerca da terra e do mar.

Uma subida de sessenta e sete metros.

Desencadear uma força bruta.

Calor — é mais fácil tirá-lo do mar do que pô-lo lá.

A grande incógnita e a morte abrupta da Larsen B.

Glaciares enormes e galopantes.

E o lençol de gelo da Antárctida Ocidental?

E a Gronelândia?

Sete mais sete.

O Pai Natal vai ficar sem casa?


 PARTE 3
A CIÊNCIA DA PREVISÃO


MUNDOS-MODELO 177

O capitão Fitzroy lança o serviço meteorológico.

O mundo num prato giratório.

Estavam certos em 75, pelas razões erradas.

Prever Pinatubo.

Antepassados que escarravam.

A caixa de Stevenson e o embaraço dos cépticos.

Testar os dez modelos de circulação global e o modo como as nuvens obscurecem o assunto.

Poderemos adquirir mais certezas e poderão noventa mil computadores estar errados? E eu?

Perguntar é humano, mas talvez seja melhor não o fazer.

O fim do jardim inglês?

Previsões regionais — os pontos fortes e os pontos fracos da climatologia.

 

 

O COMPORTAMENTO E O PERIGO EXTREMO IMINENTE 191
Os próximos cinquenta anos e o custo real dos Chevrolet «rabo de peixe».

Os oceanos ainda vivem nos anos 70, tal como as nossas indústrias.

Ambos definem o nosso comprometimento, mas George Bush alarga-o significativamente.

O limiar do perigo extremo — 400 ou 1200 partes por milhão; ou será que já o transpusemos?


NIVELANDO AS MONTANHAS 196
Adeus, neves do Quilimanjaro.

Ilhas submersas no céu.

Se está no cume, não tem para onde ir.

Um terrível grau de certeza.

Sobre aves-jardineiras douradas, opossuns-de-cauda-anelada e cangurus--arborícolas.

Património mundial perdido.

Pense num mundo sem cumes montanhosos.

COMO PODEM CONTINUAR A MOVER-SE? 203
De Florida a Montreal — árvores salvas por uma migração ao longo do continente.

Eucalyptus — o destino de 819 variedades.

A destruição do fynbos e do suculento Karoo — os mais belos jardins do mundo.

O Sudoeste da Austrália a ser empurrado para um canto.

As que conseguirem mover-se serão as mais afortunadas.

Os parques nacionais transformam-se em armadilhas mortais.

Megaestudo apura risco de extinção: mas é uma em cinco, ou seis em dez?

 

FERVER O ABISMO 209
Por que morrem quando os vemos?

A promessa do tubarão-de-boca-grande — um mundo inexplorado e surpreendente.

Sobre linofrinos, diabos-marinhos e quejandos.

Oceanos ácidos e moluscos sem conchas nos pólos.

A última ostra?

 

O BARALHO DE JÓQUERES 214
A importância dos circuitos de realimencação positiva.

Conjugação de três cenários.

O Pentágono analisa a corrente do Golfo e encara o seu colapso como o fim da civilização.

Uma quantidade suficiente de Sverdrups.

A história do HadCM3LC e do TRIFFID.

Morte da Amazónia — o sinal é dado pelos estomas.

Libertem os clatratos! Uma bomba de clatratos numa praia perto de si!

Ar condicionado, a mãe de toda a realimentação positiva?


CIVILIZAÇÃO: O ÚLTIMO SUSPIRO? 228

A nossa tão alardeada civilização e as cidades no seu centro.

As cidades assemelham-se a florestas tropicais húmidas.

Que dimensões terá de ter uma vaga climática para varrer uma cidade?

Produção alimentar — tão especializada como um tigre-dentes-de-sabre.

Más colheitas num mundo enriquecido por CO2.

Sobrevivência da aldeia, e por que motivo teremos uma Idade das Trevas miserável.

Deveria ter sido óbvio. Adaptação — as suas facetas de genocídio e «Gaiacídio».


 PARTE 4
AS PESSOAS EM ESTUFAS


ESTEVE PARA ACONTECER 239

A descoberta do ozono foi um resultado da ciência pura.

Declínio «estranho» é atribuído a um erro instrumental, mas os prémios Nobel resolvem o assunto.

Chicken Little e o gás da cor do céu?

Se o bromo fosse cloro... CFC e cancro, cegueira e fraqueza geral.

Não há provas, mas há acordo político.

A Cura de Montreal.
 

A ESTRADA PARA QUIOTO 248
De Villach ao Rio, a situação parece promissora.

Quioto — atacar o tigre desdentado.

O «dólar-carbono» e a redução de cada país.

«Conversa fiada» e a posição australiana — um Kama Sutra em matéria de justiça natural.

Criar o «dólar-carbono»: de topo para a base ou da base para o topo?

O senado americano adverte os «penduras».

Se Quioto se romper, o que virá a seguir?

Custos e prejuízos — desvios do interesse nacional estimulados por ilusões e ganância.

 

CUSTOS, CUSTOS, CUSTOS 258
O que faz mover os renegados de Quioto?

O Departamento de Energia argumenta que a salvação do mundo custa muito caro.

O Sr. Lash desmascarado pelo maravilhoso vinil de Goodstein.

São as resseguradoras que fazem os cálculos realmente importantes.

Por que motivo Americanos e Australianos temem Quioto?


AS PESSOAS EM ESTUFAS NÃO DEVIAM MENTIR 265
O Terceiro Relatório de Avaliação do Painel Intergovernamental e o Eixo do Mal oleoso.

As tolices desconcertam as pessoas e o consenso subverte a ciência.

A Casa Branca branqueia — da NASA a Harvard.

A fertilização de Fred Palmer sarisfaz Bush sénior.

A Climate Change Coalition e os excêntricos.

As patranhas de Wallop e outros prodígios sobrenaturais.

Com sessenta milhões de dólares compra-se o planeta.

A DuPont faz por salvar o mundo, tal como o prodigioso Lord Browne of Madingley.

Os delegados de Davos borrifam-se no fantoche,

e Lavoisier desencadeia um ataque subterrâneo pela retaguarda.


SOLUÇÕES DE ENGENHARIA? 276
Fertilizemos os oceanos!

Segundo o professor Ohsumi, a mortandade em massa não deve preocupar-nos.

Coitado do plâncton.

Geossequestração — uma solução engenhosa para o carbono, ou não?

O Nyos vomita uma advertência.

O problema das gigatoneladas e o armazenamento na classe Z.

Armazenar carbono nas árvores e no solo: é tão fácil como mudar a natureza humana.

Bom, talvez a fotossíntese artificial nos salve!


OS ÚLTIMOS DEGRAUS NA ESCADARIA RUMO AO PARAÍSO? 285
Motivos que levam os grandes do petróleo a quererem ficar com gases.

A necessidade resolve problemas dispendiosos com gás leve.

O engodo do hidrogénio — um gás com hábitos muito dispendiosos.

Queimados pela chama invisível?

O FreedomCAR avaria.

O perigo de não passarmos do ultimo degrau.
 

 PARTE 5   

A SOLUÇÃO


BRILHANTE COMO A LUZ DO SOL, LEVE COMO O VENTO 295
Disporemos nós de meios para salvar o mundo?

A solução de Princeton e as quinze tecnologias de topo.

O nosso futuro estará no vento?

Os Dinamarqueses não duvidam e passam à acção, apesar de boatos acerca do ruído e de pássaros mortos.

O desafio solar e eólico.

E então fez-se luz — prodígios da célula fotovoltaica.

E quando começarão a render?


LÁZARO NUCLEAR? 301
O Dr. Lovelock defende a energia nuclear, mas será que é uma opção?

O custo de um reactor, as despesas de uma fusão do núcleo e o preço da segurança.

E ainda há os resíduos — a montanha de Yucca está cheia deles.

A China e a Índia avançam, ainda assim.

A energia geotérmica: por que motivo costumava ficar sem água.

Mas a nova energia geotérmica domina, ou não?

Não esqueçamos o hidrogénio estacionário.


SOBRE HÍBRIDOS, MINICATS E RASTOS DE CONDENSAÇÃO 308
Haverá biomassa suficiente?

O prodigioso Prius — do melhor que se fabrica nos dias que correm.

Automóveis eléctricos e o MiniCAT de ar comprimido — pesados desafios

 para as grandes empresas petrolíferas na era da rede descarbonizada.

Descobrir maneiras de dispensar o carbono tanto no ar como no mar.

A maldição e a bênção dos rastos de condensação.


O ÚLTIMO ACTO DE DEUS? 313
Que irá acontecer aos Sudaneses nos tribunais?

A Nova Inglaterra toma a dianteira, seguida pelos Inuítes.

Os espoliados de Shishmaref — os primeiros refugiados das alterações climáticas.

Uma Austrália intimidante.

Os Tuvaluanos obtêm a cidadania neozelandesa por uma questão de precaução.

O ponto de vista de um advogado acerca da malnutrição e da malária, se faz favor!

Todas as pessoas terão direito a uma nacionalidade? A extinção das nações será um crime?

 

2084: A DITADURA DO CARBONO? 318
Paul Crutzen — salvador do mundo pela segunda vez?

Três desfechos possíveis.

Como as grandes empresas do carvão estão a dar origem a um governo realmente grande.

A Comissão para o Controlo Termostático da Terra.

Como um governo baseado no carbono pode acabar por controlar a vida baseada no carbono.

Um pesadelo orwelliano.


ACABOU O TEMPO 324
Acabou o tempo.

Sequestrar a biomassa — um novo passo em frente para os grandes consumidores de carvão.

O Fundo Arthur C. Clarke destinado a evitar uma nova era glacial.

Eficiência energética.

O papel das boas leis.

C&C — medicamento poderoso para uma doença quase fatal.

Não votar em quem diga que não pode ser feito.


É CONSIGO 330
Formas fáceis de salvar o mundo — comece por pegar no telefone.

Encare o problema da água quente com seriedade.

A importância de avaliar a eficiência e de ganhar os miúdos para o nosso lado.

A vila de Schoenau mostra como se podem ganhar revoluções.

Andar a pé, de bicicleta e de híbrido.

 

PÓS-ESCRITO 335
LISTA DE CONTROLO DAS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS 336
AGRADECIMENTOS 337
ILUSTRAÇÕES 339
BIBLIOGRAFIA 341
ÍNDICE REMISSIVO 354

 

 

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